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Calu, te amo!

 

Por Joka Faria

26/12/2009

 

 

 

São José dos Campos é onde vivo. E por viver nela tenho amores e conflitos. Viver é algo conflitoso.

Não há formula! Fazer uma faculdade, ter um emprego ou ter uma fé não são formulas exatas.

Ter um amor ou vários amores. Não tenho nem um nem outro. Reclamam de mim por ser às vezes ultra conservador e outras vezes, ultra liberal. Não sou formulável, sou um ser humano! Passei pela dor da perda por estes dias, vi uma calopsita morrer. E não podia nada fazer. Eu a amava e isto é belo.

Meus olhos lacrimejam neste exato momento ao falar da perda de minha companheira Calu. Para mim é duro…Ela apareceu no portão de minha casa, minha mãe mandou pegá-la. Fui lá fora bem mau humorado, pois estava a navegar neste quarto e a peguei.

E foi amor a primeira vista. Era minha e nossa Calu e agora ela foi embora deixando a casa vazia. Minha filosofia não podia fazer nada, orei aos meus Deuses e nada. Entrei em depressão, algo estranho perder alguém que se ama e não poder fazer nada. Ela esta no hall dos que já perdi.

Minha fé explica que ela perde este corpo e já renasce em outro. Minha fé me diz que tenho que comprovar.
Espero uma hora ou outra encontra-lá nas dimensões infinitas do universo.
Eu a amo e pronto.

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Filed in: Filosofia, Joka, Literatura

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