Por Joka Faria
26/12/2009
Felizmente este ano pude acompanhar a Flip bem de perto. Fiquei de sexta-feira a domingo e não me arrependo em nada. Ano que vem se o universo permitir, estarei de novo na Flip.
Foi um banho de relacionamento humano e vivencias. Conheci gente de todo este planeta Terra e distribui cerca de 30 cds “O destino da chuva”. No ano que vem vou preparar um material gráfico com minha obra, para a divulgação.
Lá na Flip encontrei gente de minha província São José Dos Campos, gente como Beatriz Galvão, Josefina Neves Mello e Edu Planchez.
Troquei meu cds com outros autores que como eu, estavam divulgando sua obra. Que terei o prazer de lê-los durante todo este ano.
Declamei meus poemas nas ruas de Paraty, gritei para variar, Poesiiiiiiiiaaaaaaa aaa ….Na ponte que cruza o canal, uma bela senhora me reconheceu, antes de pegar o ônibus de volta para minha linda província. Uma simpática carioca! Simpáticos e de bem com a vida foram todas as pessoas que encontrei, desde o povo da pousada ao povo que freqüentava a festa. Conversei com vários famosos. Distribui meu cd. E no domingo num papo sobre ação cultural fiz um breve contato com uma editora da Companhia das Letras que me falou que eles lêem algumas páginas de livros que são enviados. Pena que ainda não ousei escrever um romance. Adorei o Bate Papo com Chico Buarque, mas Antônio Lobo Antunes me cativou, vou ler seus livros. A Literatura Luso agora tem dois gênios, ele e Saramago. E no meu coração tem muito espaço para os dois.
Encontrei o colega MARCELINO FREIRE que agora tem uma obra minha. Vi alguns eventos na Off Flip, mas os sarais nas ruas eram o supra – sumo. Quase todos os grupos eram cariocas, gente que já conheço.
Conheci muita gente que escreve e mora em Sampa. Enfim para mim, um jovem escritor, foi demais estar na Flip e farei um esforço para estar em novembro na Fli Porto, e também na Bienal de Literatura no Rio.
O importante é estar vivo e fazer as coisas que gosta. Vesti um vestido indiano que não é um figurino e sim um vestido masculino, seguindo o artista plástico Flávio de Carvalho.
Pena que não achei ônibus para subir por Cunha, iria ser o máximo. Encerraria a viagem com chave de ouro.
Quem sabe no ano que vem…
No mais acreditem em seus sonhos…






