
Depois de tantos movimentos e repousos. Depois de eras, eras e ismos, estamos apresentando uma única idéia acerca da existência humana no universo.
Sem grandes definições, pois isso se oporia à idéia primordial do IDAÍSTA, parte-se do princípio de que a existência está ligada aos fundamentos incontroláveis da Natureza e suas Leis, onde “Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. Legando-nos com isso, o eterno vai e vem dentro de um círculo vicioso. Mais que vicioso, é viscoso.
Sem grandes questionamentos e indo direto ao assunto, onde nos leva tudo isso? Ao IDAÍSMO!
Nesse contexto descabido pulando de vírgulas aos pontos e vírgulas, depois aos dois pontos, não chegando nunca ao ponto final. O texto existencial, uma verdadeira besteira para uns, e para outros uma grande transcendência, e para os IDAÍSTAS, puro IDAÍSMO.
O que buscamos? O que queremos? O que somos? De onde viemos? Para onde vamos? Qual é o fundamento de tudo isso? Perguntam todos os que buscam as respostas para a os mistérios e a trajetória da existência humana.
O IDAÍSTA nunca perderia tempo com essas questões existenciais intermináveis. Questões essas que vêm e vão como IÔIÔ de criança que brinca. Respostas que vão e vêm e continuam as mesmas dentro desse contexto, que não levam a nenhum lugar. Não há parâmetros nem de um lado, nem do outro. Não há certezas e nem completas incertezas… um círculo intransponível.
O IDAÍSMO poderia, diante de tudo isso, buscar a inexistência absoluta… Mas até isso faz com que se caia no IDAÍSMO; Não se sabe como atingir algo que não existe, pois até o que existe não se atinge completamente.
Baseando-se nessa existência besta ou não que não nos leva a lugar algum (um legado que não se livra), a inexistência poderia ser uma saída ou solução…então você chega até mim e pergunta: E DAÍ? E eu, Respondo com a mesma pergunta, E DAÍ? Por alguns instantes, podemos parar e perceber que seguiremos sempre perguntando e respondendo as mesmas coisas, tanto eu quanto você.
Com isso, podemos concluir que, categoricamente, estamos no mesmo barco, enfeitando com eloqüência o mesmo contexto existencial… melhor dizendo, essa roda de dores coletivas, um círculo vicioso.
Na verdade, somos, por natureza, IDAÍSTAS, por mera coincidência… Existe coincidência? Se existe ou não, E DAÍ? Isso vai mudar a nossa condição?
Elizabeth e Reddie







Milton em 19/06/2010 às 21:00 disse: O que muda nossa situação é a atitude em relação a estas questões…bom, e daí?!
Ou melhor, nossa condição…