30/11/2010Ao leitor.
Explicação de “Minha amiga(o)”.
Originalmente pensei escrever algo pra uma amiga que estava a sofrer de indigestão amorosa. Uma relação razoavelmente longa, mas com alguns probleminhas naturais dos relacionamentos. Quando acabei senti algo estranho: faltou eu falar com o meu amigo – esposo dela. Aí escrevi tantas linhas pra ele quanto havia escrito pra ela. Fiz a leitura das “colunas” e achei que havia alguma harmonia. Depois vi que poderia por as colunas num paralelo e alongar a linha, digo ler linha um e linha um dos dois, unindo-as como a comunhão, afinal era um relacionamento, entendes? Percebi que havia alguma harmonia, porém, com as diferenças, com a perda de algum sentido… percebi que quando a gente resolve unir duas coisas diversas, pela sua natureza, ambas perdem algo, e podem até dar um novo sentido com essa união ou reunião. Entendi que como as pessoas as letras podem sofre mutações, quando buscamos o equilíbrio em suas relações.
Pode parecer complicado, mas não é (isso sabem os amantes e os poetas). Há que termos passado por algumas boas e algumas ruins pra poder entender que a cola que cola gente tem que seguir alguns processos como também seguem a cola que une as palavras. A harmonia, coisa difícil e que não se compra na feira, é algo muito delicada.
O texto segue abaixo numa caixa de imagem:







