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O EXTERMINADOR DO FUTURO: A SALVAÇÃO (Terminator: Salvation)

O EXTERMINADOR DO FUTURO: A SALVAÇÃO
De McG, 130 min”

Terminator: Salvation
Ficção Científica

Direção: McG
Elenco: Christian Bale, Sam Worthington

A cinessérie que nasceu em 1984 pelas mãos sempre competentes de James Cameron está de volta, agora dirigida por McG. Bem, se não temos um roteiro marcante como no primeiro filme, nem efeitos visuais inovadores como no segundo, ao menos este quarto episódio é bem melhor que a fraquíssima e descartável terceira parte, que quase sepultou a franquia.

Estamos em 2018, o supercomputador Skynet e suas máquinas dominam a Terra, buscando exterminar os poucos humanos sobreviventes ao Dia do Julgamento (como ficou conhecido o dia em que Skynet decidiu que a humanidade era sua inimiga e deflagrou um ataque nuclear contra o Homo sapiens). Os famosos Exterminadores modelo T-800 ainda estão em fase final de construção, e na primeira parte do filme o que vemos são os T-600, um modelo inferior.

John Connor, agora adulto (eu sei, eu sei… ele já era um adulto no filme anterior. Mas me permitam esquecer Terminator 3, please), é o líder da resistência humana, apesar de ter que lidar com “generais” que não vêem com bons olhos algumas de suas decisões.
Ele é interpretado pelo ótimo Christian Bale, que infelizmente não é bem aproveitado, nem por McG e tampouco pelo roteiro, que deixa Connor em segundo plano, em detrimento de um novo e enigmático personagem, interpretado pelo australiano Sam Worthington, que rouba a cena.

Se o roteiro não é dos mais ricos, ao menos temos ótimas cenas de ação, com sequências grandiosas, de tirar o fôlego.

Algumas partes vão agradar muito aos fãs dos primeiros filmes, como quando Connor toca a cult “You could be mine” do Guns N’ Roses, ou quando temos a “participação especial” de Arnold Schwarzenegger, que teve o rosto digitalizado e inserido no corpo de um fisiculturista.

Não é um clássico, mas vale o ingresso. Em tempo, esta deverá ser a primeira parte de uma nova trilogia, se a bilheteria for satisfatória para o estúdio.

Hasta la vista, baby…

DALTO FIDENCIO
 nils satis nisi optimum

“”Sono poeta delle tenebre e della malinconia; ma non piango lacrime, piango poesia!”"
DALTO FIDENCIO – E Pluribus Unum

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Filed in: Cinema, Dalto Fidencio

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