19/09/2011
No próximo mês a nossa Academia Joseense de Letras completará seu primeiro ano de vida. Perguntar não ofende: Em todo este tempo o que fez esta instituição “cultural”?
A Academia tem uma historia bastante confusa. Na década de 80 ela foi oficialmente fundada. Mas não saiu do papel. Na época este poeta anarquista foi radicalmente contra. Um dos fundadores desta Academia que já nasceu morta, Paulino Rolim de Moura, por causa da minha posição contrária aos “imortais” da província, tornou-se meu inimigo cultural.
Ressuscitada o ano passado, nossa Academia parece mesmo condenada á morte.
Aliás, uma morte dupla. Não sei por que alguns poetas e escritores joseenses insistem em fazer parte desta agremiação literária-funerária. Será que Freud explica? Todas as academias de letras na realidade são redutos para lustrar o ego dos seus integrantes. Alguns idiotas de plantão já chegaram ao cumulo de pensar que este escriba fala mal da Academia, porque desejaria um lugar na mesma. Deus me livre. Como já falei quero mais é distância desta anêmica Academia.
Acho que seria louvável que nossos “imortais” implodissem a Academia de Letras. Fica a sugestão.







Elizabeth em 19/09/2011 às 22:59 disse: Conheci o Paulino Rolim de Moura, mas não sabia dessa história…
Também gostaria de saber: Para que serve a Academia Joseense de Letras?
Alguém poderia responder?
JOKA em 21/09/2011 às 19:57 disse: Depois de um dia de trabalho nada como ler Dailor. Concordo com ele a a academia é algo inútil. Desculpem a sinceridade há muita gente de talento lá dentro. Admiro entre eles Ozires Silva criador da indústra Aeronautica Brasileira. O mais ilustre da Academia o restante ali são colegas que como eu Dailor tentam construir uma obra literária. Prefiro os grupos humanos mais anárquicos. Prefiro as crianças e sua sinceridade a CHÁS em academias nem mesmo a original criada por Machado de Assis. Nossos colegas fazem o jogo da extrema direita que manda nesta cidade? Neste pais? Nos meios de comunicação? Eles e suas consciências que o sabem? Nossa cidade São José dos Campos precisa criar uma editora ou até várias. A cidade precisa de um fundo de cultura. Precisa de um concurso em língua portuguesa que lance dez escritores por ano que lance textos inéditos que usem a experiência das históricas antologias cria-se uma comissão de escritores premiados que analisem o trabalho e publique-se o melhor da nova literatura brasileira e de língua Portuguesa. Isto sim é um projeto de vulto. Mas esta academia é só amenidades.Nem chá tomam?
São José dos Campos carece hoje de uma cena literária e artística mais libertária andamos reaça por demais. São raros os ousados. Os que põem a cara para bater. Que levam porrada. Precisamos criar e recriar uma literatura que reflita o hoje sigamos os passos do cinema atual que nos revela grandes diretores. O cinema sim esta interpretando a sociedade na qual vivemos?
E nós da literatura?
JOKA
joão carlos faria