22/09/2011
Relatos da Montanha 1
Cabe alguém resolver tudo. Se bem que ele está na casa do Zôtro, já faz tempo que ele virou a ampulheta, fala baixo com o cão, matraca paca embu, mara canã, a viola ficou doce e virou cambuci.
Não segue a rabeira do Zôtro, da cambalhota sózinho. Quando o negócio vem forte toma atropina. O morro é sua enseada, o cinamômo sua palmeira. aceso o calor come fogo a caldeira – com a mão na cumbuca buca a cambuquira lambe o beiço antes, sempre que tenta beliscar o lamba/ ri e argumenta: a construção magnânima que fazem alguns meliponídeos, quando não batraca, disfarça e pula. Ás vezes me espanta, pintando moinhos como Cervantes ou as paredes da tapera como se fosse Altamira – encafifado plasma o néctar na muringa. Sobre a mesa perobada, o ungido enfumaçado do hortelã.
Ás 9 horas, já tem quirera na gamela, esquece a dúvida no quibebe e arrasta a modorra com sua musa que não é foto nem gravura.
Depois do come, genipapeia a cabeluda pois de manga ainda é coquinho. Se embaba no polentin com creme. Temente quebra o regime, sacia a coragem e vai mais a frente – Gengisca o Clã das sauvas e se alia a Xerxes, – xerxeia dando fim as invasões por cima da terra. Na caxanga não tem caxangá, tem gravetim de eucalipto, embaú, e mais ciência pra quem prescruta qualquer razão solúvel pra se passar melhor a “ïnfusão de rubiáceas” se bem que de vez em quando “Lux pra que está Pecus”.
Embira até parece jibóia que aqui não tem, – tem a urutu que é estrela mais foi inverná no lajeado. Aqui se enrola tudo: as horas, a corda, a pamonha.
Ricola de Paula







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