A vida é uma guerra07/11/2010

Esta frase é, segundo meu aprendizado, a primeira lei da Guerra. Não a dos estrategistas orientais, mas a lei daqueles que vivem a guerra como dia-a-dia, ou daqueles que, como eu, vê o dia-a-dia como uma espécie de guerra.
Nunca conheci uma pessoa pra qual eu pudesse olhar e pensar “a vida dela é mais fácil que a minha”, não porque minha vida seja fácil, mas porque a vida é difícil! Ou, como disse Renato Russo “Viver é foda, morrer é difícil”. Constantemente os problemas parecem ser muitos, perdemos a hora, perdemos os prazos, ficamos sem dinheiro, sentimos falta dos amigos… são raros os tempos em que está tudo certo, tudo bem como queremos.
Mas a vida não é ruim, e estou longe de fazer um texto para reclamar. A vida é para ser vivida, e justamente por isso devemos aplicar certas “leis” em nossas vidas, como a que dá titulo a este texto.
Não podemos, nem deveríamos querer, voltar atrás nas coisas que fizemos. Nada disso nos faria, de fato melhores ou mais felizes, devemos seguir em frente, cair, perder a batalha e levantar mais uma vez, cuspir na cara do inimigo (seja ele oq for) e arranjar um jeito de derrotá-lo.
Render-se nunca foi uma opção na nossa vida: render-se significa abaixar nossas armas e permanecer pacífico para com o inimigo (submisso, é verdade, mas isso significa não atacar) para que se possa sobreviver. MAS na vida, a rendição não existe. Para aqueles que desistem só sobra a morte, do corpo ou da alma, a morte da alegria, a morte do ser, não existe rendição nesta guerra que chamamos de vida.
Então assim vamos vivendo, seguindo com novos projetos, novos meios de vida e novos ideais, porque se errarmos o caminho, não importa, será só um erro a mais, o importante é nunca retroceder e jamais nos render.
*Texto inspirado na Música:






