O Quarto Congresso do PT – realizado numa semana na qual o próprio IBOPE, do braço tucano, Augusto Montenegro, não resistiu à realidade e em sua última pesquisa também mostrou o declínio do Serra e a ascensão de Dilma – está servindo para “dar munição” – eles que geralmente nem precisam disso – para os inimigos, detratores e serviçais dos que vêm fazendo oposição desesperada à candidatura da Ministra à Presidência da República. A tônica do momento parece ser testar a força dos argumentos terroristas, que fariam a candidatura Dilma “avermelhar” demais, se afastando do que vem sendo o Governo Lula (agora confiável, porque está de saída e tem 80% de aprovação, constituindo-se no mais forte cabo eleitoral do país), ao mesmo tempo que se “suja”, devido à presença demoníaca de gente como Zé Dirceu, entre outros petistas que sempre estiveram a serviço do mal! Exemplos?
Enquanto o site do PPS, com repercussão na “grande imprensa”, cuida de “colar” o Zé Dirceu na Dilma, através da opinião “abalizada e isenta” do grande patriota, revolucionário e lutador, Roberto Freire, aqui no escalão intermediário, o Jornal Valeparaibano – será ele o único? – cuida de “denunciar” que o PT decidiu ”radicalizar” o Programa de Governo da pobre candidata.
Diante desses fatos, fico me perguntando se a direita já está pensando em ressucistar Regina Duarte, a ex “namoradinha do Brasil” para operar já nessa fase da campanha; ela que na eleição passada demonstrou muito jeito para atuar disseminando medo e preconceitos na população menos segura de que o Brasil precisava de governantes diferentes daqueles que tivemos até o ano de 2003.
Para enfrentar essa realidade, penso que a esquerda alinhada em torno da candidatura Dilma não deve recuar e nem tergiversar, defendendo que o Brasil precisa sim – e agora tem condições – de avançar ainda mais nas transformações tão bem iniciadas pelo Governo Lula. Quem leu a entrevista que o Presidente deu ao Estadão no dia de ontem, sexta feira, pode constatar que Lula não vacilou em responder todas as perguntas “carimbadas” que foram feitas pelos jornalistas, inclusive as relativas à política externa, onde o Irã e a Venezuela não saem da pauta da direita, que está louca para transformar as posições do atual governo em relação a estes países em cabo eleitoral de Serra.
Abraços e bom final de semana,
Moacyr Pinto






