Ufoarqueologia – os indícios de seres avançadíssimos no passado da Terra
Uma modalidade na Ufologia prática que envolve elos perdidos no tempo

Nas últimas décadas, nossas ciências acadêmicas vêm descobrindo fatos e mergulhando em teorias cada vez mais surpreendentes e extraordinárias com relação ao nosso passado, ficando evidente que nossos ancestrais eram muito mais evoluídos do que supúnhamos e que, provavelmente, toda essa tecnologia tenha sido recebida através de contatos que povos aparentemente primitivos tiveram com civilizações vindas do espaço. Essas constatações e indícios fizeram com que surgisse a Ufoarqueologia, uma linha de pesquisa dentro da Ufologia que investiga a presença de seres extraterrestres intervindo no passado remoto de nossa humanidade, através da arqueologia, paleontologia, antropologia, como também auxílio da própria história. Tudo teve início, segundo nossas bases astronômicas e astrofísicas, na grande explosão chamada Big Bang. A partir dali, galáxias, estrelas e planetas se formaram, continuando em expansão até hoje. Nosso sistema solar e a Terra eram apenas um aglomerado de materiais, elementos e de fogo, que durante bilhões de anos foram se resfriando e fundindo. Resumindo, a água em estado líquido deu origem aos primeiros seres vivos aquáticos. A evolução continuou até os gigantes dinossauros, que dominaram a Terra por milhões de anos. Foi quando, conforme as teorias científicas vigentes, um asteróide atingiu a superfície do planeta, contribuindo para sua extinção em massa. Entretanto, a vida sempre em adaptação e desenvolvimento, modificou-se, e nessa evolução surgiram os primatas, fazendo com que uma espécie, através de intrincado e ainda insólito desenvolvimento particular, especificamente o Homo sapiens, desse origem ao ser humano.
Nossa história é curta se comparada ao planeta e, quiçá, ao universo, possui cerca de 40 mil anos de civilização, mas já temos muito pra contar. Descobrimos o fogo, criamos a roda, as religiões, sociedades, leis e atualmente estamos dando grandes passos na área tecnológica e espacial. Conquistamos pessoalmente a Lua, nossos robôs-sonda estão espalhados pelo sistema solar e estaremos em breve caminhando em terras marcianas, mas a principal pergunta ainda permanece: estamos sozinhos no universo? Com aproximadamente 14 bilhões de anos, trilhões de trilhões de galáxias e quintilhões de estrelas – somente em nosso “quintal”, a Via Láctea, 130 bilhões de estrelas e, certamente, maior ainda o número de planetas, muitos com condições de abrigar vida. Mas então, onde estão nossos irmãos cósmicos? Mesmo viajando a velocidade da luz (300 mil km/s), levaríamos quatro anos para alcançarmos a estrela mais próxima. Albert Einstein dizia que fendas no espaço, os chamados Buracos de Minhoca [Buracos negros ou Wormholes, no inglês] poderiam nos levar às estrelas mais distantes. Infelizmente, ainda não chegamos a comprovar esta hipótese, devido ao nosso recente e iniciante avanço espacial. Essa poderia ser então, uma das chaves das viagens espaciais?
Civilizações mais antigas que a nossa humanidade e com séculos, milênios (ou dezenas de milênios) a mais de experiência poderiam realizar jornadas desse tipo? Temos muitos indícios e evidências de que seres inteligentes mais avançados tecnologicamente nos visitaram, desde o ínicio até a atual data em suas naves, os chamados discos voadores ou UFOs. Livros considerados sagrados como Mahabharata ou Mahabarata, Alcorão ou Corão, a Bíblia no Antigo e Novo Testamento, como doutrinas de todos os continentes, culturas e raças, sem esquecer do chamados apócrifos e manuscritos, trazem narrações complexas e fantásticas, onde seres com dons especiais, classificados pelos povos antigos como deuses, anjos e demônios nos acompanharam, chegando até mesmo interferir na nossa história. Registros, escritas e pinturas em cavernas (rupestres), artes medievais e vários artefatos encontrados, sem conclusão ou explanação científica, ainda contorcem a ciência moderna e muitos casos permanecem nos “porões” arqueológicos, simplesmente abandonados por falta de resolução.
Leia matéria completa do colaborador e ufólogo Renato Mota:
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