Imaginação fértil>>>
Ao ler alguma notícia sobre a localização de um novo exoplaneta, a imaginação voa pelo espaço e encontra mil motivos para cristalizar medos, ansiedades, curiosidades ou outras coisas não definidas de forma imediata.
Imaginação fértil é sempre um problema, cria cenas e imagens inusitadas ligando-as a pensamentos e atos reais.
Os pensamentos que resultam de toda pesquisa pessoal ou estudos individuais sobre coisas estranhas, todo humano liga-se a isso, de uma forma ou de outra. Por exemplo: As histórias Bíblicas, especificamente o Apocalipse que cita o tal Absinto, o mesmo que Nostradamus chama de Hercólubus, e tem o Chupão, muito citado por alguns grupos esotéricos.
Os atos reais são os fenômenos climáticos que estão surpreendendo cada ser vivo no Planeta Terra, assombrando e aproximando sentimentos comuns que se reportam aos instintos de sobrevivência. Fenômenos que afetam diretamente a psique humana, além da estrutura física e desencadeia situações nunca vistas pela humanidade. Situações corriqueiras do dia a dia até grandes tragédias humanas, que chocam profundamente populações inteiras.
Por isso, ler uma notícia sobre esse assunto já deixa todo mundo meio desconfiado…Será que é o tal?
(Acho que não, mas foi uma inspiração para o texto)
Elizabeth
Astrônomos encontram planeta em outra galáxia

WASHINGTON (AFP) – Astrônomos europeus informaram ter encontrado pela primeira vez um planeta em outra galáxia fora da Via Láctea – à qual pertence a Terra -, em um informe divulgado esta quinta-feira nos Estados Unidos.
O exoplaneta é ligeiramente maior que Júpiter, que é o maior do Sistema Solar, e orbita ao redor de uma estrela que está a 2.000 anos-luz da Terra.
Acredita-se que ambos, estrela e planeta, sejam parte da corrente Helmi, grupo de estrelas que permaneceu depois que sua minigaláxia foi absorvida pela Via Láctea, 9 milhões de anos atrás, destacou o estudo publicado na Science Express.
Os astrônomos conseguiram localizar o planeta, batizado HIP 13044 b, ao se concentrar em uma “pequena perturbação na estrela, causada pelo empuxo gravitacional de um companheiro orbital”, destacou o estudo.
Para tal, usaram um telescópio de propriedade do laboratório europeu em La Silla, no Chile, a 2.400 metros de altitude e 600 km ao norte de Santiago.
O planeta está bastante próximo da estrela que orbita e sobreviveu a uma fase na qual sua anfitriã passou por um crescimento maciço depois de ter esgotado sua provisão de hidrogênio nuclear, uma etapa que dentro da evolução das estrelas se denomina “fase de gigante vermelha”.
“A descoberta é particularmente intrigante se se considera o futuro distante dentro do nosso próprio sistema planetário, quando o sol também se tornar uma gigante vermelha, dentro de 5 bilhões de anos”, disse Johny Setiawan, principal pesquisador do projeto do Instituto Max Planck de Astronomia.
O exoplaneta (planeta fora do Sistema Solar) completa uma órbita a cada 16 dias e provavelmente é bastante quente porque fica muito perto da estrela e talvez esteja no fim de sua vida, disseram os astrônomos.
Fonte: Yahoo






