O que parecia fantástico há um tempo atrás, hoje a ciência
transformou rem realidade.
Vivemos o advento do novo homem : um quartz que bunda um mega
que abunda um giga.
O extermínio do meio anbiente e a decadência da cultura
continuam sua trajetória silenciosa.
As bactérias devem “pagar o pato”, elas estão envolvidas
“até o bico” interação invisível que deu início a vida na terra
ela e sua patota de germes e outros parasitas.
Não é certo ficar esperando a ajuda de Deus, o melhor que
se pode fazer é prestar auxílio terreno.
Com categoria o poeta Moraes exibe sua verdade concreta em seu
poema “líquido”- Requisito para o homem pós-moderno
saber conviver com o inferno.
Excrementos coloridos bóiam ao norte do parahyba. No leste
nuvens negras abraçam a paisagem. No lixo brotam jacintos de lata
e acelgas de alumínio.
Cegueira e surdez são males deste século -bizarramente, isolados
berramos – virtualmente é claro. Deleto o improvável e vou
dormir com uma canção do Luiz de Gulhões.
Você menina que me olha assim
cabelo espalhado na testa
e um lindo sorriso.
perdido não estou, nem perco a cabeça
eu grito não estou mudo
contra os faróis que vigiam a sua cabeça
cabeça cidade maluca
cidade maluca, cidade maluca.







“Vivemos o advento do novo homem : um quartz que bunda um mega
que abunda um giga.”
muito bom!
Salve, poeta Ricola!
Concordo com o poema, belo!
Divagações que compartiho, grande abraço!