Estou reescrevendo a vida, momentos, saudades, experiências, amores, ausências a caminho de um destino que aida não o conheço. Estou cansada de promessas, esperas, cansei-me de mim. Estou indo para meu refúgio, minha caverna onde lá me encontrarei.
Como já disse e repito prefiro os livros do que certos seres que se dizem ‘humanos’ mais não são, também não sei qual a classificação que cabem a eles.
Descobri que a maioria das pessoas gostam da falsidade, da mentira, enfim da hipocresia. Vivem no engano, se encobrem com seus véus de caridade, são fantoches do engano.
Para quem fica um poema reescrito para esta data de festividade natalina, segue o poema:
TEATRO DE ILUSÕES
A felicidade é simples
Como o vôo de um pássaro
Sem repouso, sem destino
A vida é um teatro de ilusões
Que tentamos nos expressar
Com palavras uma falsa paz
Época natalina onde tudo
E todos viram santos
Com seus véus de caridade
Distribuem sorrisos e angústias
Vivem de aparências
São fantoches do engano,
Usando máscaras como retratos
Do que desejas ser
Um manequim da vida,
Um fantoche do engano







