0

INQUIETAÇÕES

 

DIVAGAÇÕES

Estou reescrevendo a vida, momentos, saudades, experiências, amores, ausências a caminho de um destino que aida não o conheço. Estou cansada de promessas, esperas, cansei-me de mim. Estou indo para meu refúgio, minha caverna onde lá me encontrarei.

Como já disse e repito prefiro os livros do que certos seres que se dizem ‘humanos’ mais não são, também não sei qual a classificação que cabem a eles.

Descobri que a maioria das pessoas gostam da falsidade, da mentira, enfim da hipocresia. Vivem no engano, se encobrem com seus véus de caridade, são fantoches do engano.

Para quem fica um poema reescrito para esta data de festividade natalina, segue o poema:

TEATRO DE ILUSÕES

 

A felicidade é simples

Como o vôo de um pássaro

Sem repouso, sem destino

A vida é um teatro de ilusões

Que tentamos nos expressar

Com palavras uma falsa paz

Época natalina onde tudo

E todos viram santos

Com seus véus de caridade

Distribuem sorrisos e angústias

Vivem de aparências

São fantoches do engano,

Usando máscaras como retratos

Do que desejas ser

Um manequim da vida,

Um fantoche do engano

 

Gostou? compartilhe:
Filed in: Literatura, Poesia Tags: ,

Leave a Reply

Submit Comment

© 2012 entrementes.com.br. All rights reserved. XHTML / CSS Valid.
Powered by: Site Vale Produtora.