Antes de postar o ultimo capítulo do conto Superfície resolvi postar um pequeno texto… Espero que seja compreensível. Estou em um encruzilhada com o meu “Best Seller” (rs) O ser indivisível. Depois de tanto tempo escrevendo acho que estou com pena de terminá-lo.
Conflito
O romance estava caminhando rapidamente para o fim. Os oito anos desde que começara a escrevê-lo passara num átimo, mas ainda tinha duvidas se publicaria um dia.
Como todo bom livro chega um momento que deixa de ser do autor para pertencer á humanidade. E esse não poderia ser diferente. Fora escrito… Ou melhor, estava sendo escrito para ajudar os peregrinos a encontrarem seu caminho. Não podia afasta-los como Tay começava a pressentir que faria. “O que fazer?” Perguntara-se centenas de vezes. “Deveria mentir?” ”A senda é um fio de navalha…” “Espere!” “Sim!” “Um fio de navalha!” “É isso!”
O grito saiu espontâneo ao se lembrar de que a iluminação está além da trilha… Além da picada na mata repleta de perigos de morte. A vida está lá esperando todos que vencem o guardião que como Cérbero impede os fracos de atravessar o portal. A morte.
A morte da alma pela enganação, pela injuria, pela maledicência. Enchendo de duvidas e fazendo parar todos que tentam, bem no meio da escuridão.
Covarde! É isso que digo: Covarde! Você que tenta e não consegue se alia ao inimigo para bloquear a passagem. Criando armadilhas de palavras e prendendo com sua malicia a alma dos pobres que se debatem em agonia por não entenderem por que.
Por quê?!
Continuo perguntando: Por quê?!
AH! Deixe-me em paz!







