Em Guaratinguetá, as terras perto de rios e córregos serão reflorestadas e donos receberão taxa pelo rendimento que as áreas teriam produzindo.
A lei que institui o Programa Produtor de Água, que paga ao proprietário por permitir ações de preservação ambiental em suas terras, foi aprovada pela Câmara de Guará, sancionada pelo prefeito Júnior Filippo e publicada no Diário Oficial do Município em novembro de 2010. A Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente é responsável pela coordenação do Programa.
Correta e louvável a Lei aprovada pela Câmara Municipal e sancionada pelo prefeito Júnior Filippo.
O mesmo já ocorreu em vários países europeus. Nos Estados Unidos, a cidade de Nova Iorque, por exemplo, tem uma água de qualidade que vem dos altos do município onde os produtores rurais são regiamente pagos para preservar as nascentes e rios.
Em São José dos Campos, urge mudar a fonte de abastecimento, já que o tratamento da poluida água do rio Paraíba tornou-se financeiramente inviável.
Com toda fama de maior polo tecnológico da América Latina, tem um prefeito que permite que a Sabesp despeje, criminosamente, esgoto in natura nos rios.
Enquanto isto, há mais de vinte anos, os moradores-palhaços da Vista Verde suportam o cheiro de merda do rio Cajuru onde a Sabesp despeja esgoto in natura. Que cidade!






