Arte Joka Faria Literatura Poesia

Poemas da desconstrução ou a mera inexistência!

Delírios a quase quarenta graus.
A vida se faz nas estacões.
Por que homens não usam vestidos?
Viva a irreverencia de Flávio de Carvalho.

Sem rimas,
na delicada cor do verão

Anjos
Demônios
Mal
Bem
Entre desejos
ser … celebremos o baile da vida.

Calor, desejo
amor.

Nada rima com a solidão.

 

Cancões de verão

Entre ter, ser!
Desejar
Céu
Festa de demônios.

Calor!
Sem a rima pobre, só a dor.

 

Super – homem. a canção

Cantemos a inutilidade
do poema.
Cantemos a gloria da poesia
O inverso se faz versos.

Roma, China…
Vestidos quase masculinos.
Por que devemos ser iguais
se igualdade não existe?

 

Cancões de núpcias da alma

Não ser, celebra-se a vida
Quero decifrar a cor do verão
Goias … Salvador… Manaus…
Porto Seguro.
Quantos lugares!
O calor em suas tonalidades
Brasil…Trópicos, ser não ser.
Temos papeis desdefinidos
em nossa insignificância.
Um dia achamos
que conquistaríamos o mundo.
E nem a nós deciframos.
Não sou o papel que devo decifrar?

Joka

João Carlos Faria

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