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Falemos aos mortos que amanhã tudo se resolve!

Falemos aos mortos que amanhã tudo se resolve!

Deter/gente
Deter/gente
Deter/gente

Antes do almoço um poema de Ricola de Paula Deter/gente … o titulo nos lembram os temas do poeta Moraes.
Soco no estomago
Vísceras o poema!
É uma outra desventura poética.

Que vontade de anunciar ao mundo um poeta.
Em meio a Mantiqueira, um poeta
Da Vila Maria nos Campos de São José dos Campos, um poeta.

Mantiqueira!

Poema profundo
Canção, nada a dizer
Respiro leio releio.

Entre o nada e o ser.

Nestes dias urubus, difíceis.
Cade nossas utopias?

Para que nos serve a poesia?
Respiro ante o Sol.

Deter/gente

Canções para a alma.

Falemos aos mortos que amanhã tudo se resolve!

Deter/gente
Ricola, autor de Canoa de Ossos.
Poesia mergulhada em abismos.
Canção a nós, QUASE mortos em vida na insistência de
ausentes UTOPIAS.
E amanhã nada se resolve, nesta torta vida de gado.

Não quero um túmulo na Mantiqueira
quero uma casa
Queremos liberdade
Viver … Tudo se faz possível.

Tomo meu caldo de cana no mercado.
Vida, breve leve
Um poema nos dá esperança
em sobreviver a estes dias nefastos.
E o sol sempre a nos iluminar.

Deter/gente
Joka

João Carlos Faria

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