Os passos são furiosos, ausentes; [des]crentes e trôpegos; perdidos; e ermos.  Os olhos se assimilam, transparecendo, atravessando em um voo…

A luz que faz cortejo no ar O brilho presente no céu A canção que toca sem parar O bálsamo…

Amar é verbo que se declama no silêncio, rimas vertidas em gestos entumecidos com o zelo de corações emaranhados pelo sabor…

Os sopros esguios e sublimes, das tenras e ermas manhãs, causam dobraduras na essência não visível que se sustenta pelo…

O que definir de um olhar curvo, anoitecido pelo timbre noturno da poesia acalentadora? O que extrair de um colo…

O gesto de espreitar antecipa qualquer dedução, qualquer limite que decora o mapa da alma. E o corpo padece, atiça…

Existe um toque crônico que desajusta a engenharia interna. Fagulhas que machucam o selo humano, uma fuga desprendida que guarnece…

Os dias pontuam seletivamente, contorcendo os dissabores ao avesso; transmutando ao verso o reverso dos nebulosos momentos. O sopro fúnebre…

Os olhos fecham sentidos, principiando o ritual do toque. A pele se aprofunda, enraíza nos certames onde conflita a emoção.…

Há verdades que não pedem para gritar. Mas ecoam, silenciando os corredores subalternos e entregues aos sentimentos. Sentimentos de compaixão,…