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De nada pouco – 2012-04-24
paulovinheiro.blogspot.com Um pouco do todo é com certeza bem mais que tudo de nada Portanto, assim pensando, parti para viagem de muitos passos Passos e sobre passos, saltos e sobressaltos,…
Intenção – paulovinheiro – 2012-04-14
Um impulso que nasce silenciosamente Algo que vem muito antes do pensamento Assim, quando se o percebemos já foi Folha morta que correndo num rio é pois Vez…
Morangos – paulovinheiro – 2012-04-17
Moranguinhos do mato e um tanto de mel Quase ia me esquecendo de quanto tempo Minha colheita se faz entre as colinas e o ar Ouço todos os sons…
Um poeta em silêncio- paulovinheiro – 2012-04-14
Eu vivo em terra extremamente pequena Aqui há excessivas palavras faladas Porém bem precárias são as escritas Seu nome é Monteiro Lobato, a cidade Assusta-me que calou aqui um poeta…
Joaninha – paulovinheiro- 02042012
Há coisas que não consigo esquecer Tempos de inocência, na infância Uma joaninha na mão, na minha mão Porém, não lembro mais como era Roupinha vermelha com bolinhas pretas? Ou…
Holocausto sacarino
Às vezes é branco, às vezes é mascavo, um dia ele tem que acabar. É doce ou amargo? Hoje doce, amanhã muito amargo, esta é a certeza. Cativos dos açucareiros…
Reflexões de uma sexta-feira – paulovinheiro – 06042012
Tenho vários amigos e entre estes há diversos quem há muito não vejo. Entre tantos, alguns tenho encontrado vez ou outra, inesperados. O mais importante desses encontros é que nada…
Ambíguo – paulovinheiro- 02042012
Pois sim, pois não, aqui está a causa, A certeza daquilo que nem se sabe. Diz todo o conhecimento adquirido. Expressa sem demora uma reflexão. Eis a questão,…
Um espaço em branco – paulovinheiro – 03042012
As minhas palavras procuram ouvidos Sem asas se esparramam pela página Rápidas, cromáticas, incertas e ávidas Divulgam o conteúdo qual a folhagem Elas vem das raízes, expressando azul Ao seu…
Amizade, perfume e amargo – paulovinheiro – 30032012
Há um jardim bem complicado Espinhos e pétalas e perfumes Junto este ninho há mais pessoas Umas grandes, outras nem tanto Do raso ao profundo há gentes Daquelas que encantam…






