Canção a Edu Planchêz numa das últimas noites de outono
Junho de 2026
És um Pollock da poesia. Rei Lagarto da poesia insana das manhãs dilacerantes.
Tua poesia respira vida.
Eu, um súdito de um poeta visceral. Rei Lagarto. Presidente das donas-mariposas. Conversador dos jacarés encantados de Jacarepaguá.
Insano sacerdote do kaos.
És Edu Planchêz, do clã Planchêz. Seres-árvores, disfarçados de humanos.
Joka Faria
Centurião do LITTER. Raiz da poesia das noites e dos dias. Viajante de um universo-oceano. Filho das Plêiades, ainda adormecido nesta prisão que chamam de vida.
Últimas tardes de outono Ele vai caminhando solitariamente entre as brumas. E o inverno vem entre nuvens e raios de sol, chegando vagarosamente no que chamamos domingo. Enquanto a primavera adormece em um lugar distante, vai-se o outono. E nós também vamos nos despedindo no vagaroso caminhar do tempo. Um dia, quem sabe, seremos apenas memórias.
Joka Faria Outono de 2026
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