Exposição: Paisagens do Vicentina e da minha vida

Exposição: Paisagens do Vicentina e da minha vida

Como matemático José Luis acostumou-se a fechar os olhos para visualizar seus objetos de estudo. A pintura abriu-lhe os olhos para o mundo físico que compartilhamos. Trabalhou como professor/pesquisador na PUC-Rio (1971-1993) e USP-São Carlos (1993-2003). Em uma viagem para um congresso de Matemática em 1974, sua esposa Silvia matriculou-o na Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro onde se destacou. Frequentou museus e participou de concursos de pintura, ganhando vários prêmios. Vem registrando paisagens, pessoas a quem ama e objetos que lhe interessam, de jangadas a frutas e jarros. Seu autodidatismo o ajudou a resolver problemas práticos da pintura. Um exemplo é a solução para algo que lhe incomodava: o brilho excessivo nos quadros a óleo. Para dissolver suas tintas, substituiu o óleo de linhaça pela cera de abelha misturada à aguarrás. Com isso, seus quadros resistem por décadas ao craquelê. Estudou a técnica do pontilhismo, mas imprimiu nela a sua marca própria aumentando o tamanho das pinceladas de cor pura. Tem sete filhos a quem ama profundamente: Juan Pablo, Diana, Silvia, Jose Luis, Eduardo, Josefina e Alice. É companheiro, há cinquenta e quatro anos, da sua amada Silvia.

 

 

 

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