Aurora da minha vida
Moro onde o sol nasce…
Acordo toda manhã
com raios que perfuram
as janelas dos meus olhos
Entro na claridade
apoiada na singular bengala
das antíteses
A escuridão que paira
sobre os meus sentidos
atrasa o corpo
em repartir-se
em luminosos pontos de luz
integrando-se ao sol
do dia-a-dia.
Elizabeth de Souza
Dawn of my life
I live where the sun arise…
Waking up each morning
With a shine that pierces through
The windows of my eyes
I enter the glow
Beared by a singular cane
Of antitheses
The darkness that hovers
Over my senses
Pulls back my body
From dividing itself
Into luminous points of light
Integrating itself with the sun
Of the daily routine.
Elizabeth de Souza
Um poema antigo meu que pedi a minha sobrinha (QL) para fazer a tradução para o inglês, porque me recuso a usar a IA para fazer isso. Não preciso repetir que sou contra o usa da IA na arte, sei que em outros campos da atividade humana ela é muito importante e necessária, mas a Arte é a alma de um indivíduo que se expande, então tem que ser original e orgânica.
Usei a IA do Gemini uma vez, para editar o texto de um amigo e depois me arrependi profundamente e desde então, me recuso a fazer isso de novo e muito menos fazer a tradução de um poema ou fazer um desenho artificial. Vou sempre pedir a uma pessoa real para fazer um desenho ou uma pintura, quero a originalidade das mãos e ideias humanas, para fazer uma arte.
As ilustrações feitas por IA me reviram o estômago e não gosto nem de ver…Tenho a impressão de estar olhando para um cadáver.
Elizabeth de Souza
Cada desenhista tem sua técnica e sua maneira diferente de ver o objeto da sua arte:

Uma caricatura do meu amigo Kazuo

Uma caricatura feita pelo meu amigo Zeco Rodrigues

Uma caricatura feita pelo meu amigo Zeco Rodrigues

Uma caricatura feita pelo meu querido Pena de Bambu

Caricatura de Rafael Santana, o querido Pena de Bambu
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